Jogador Nº 1 – Qual o limite entre referência e apropriação de propriedade intelectual?
Direitos autorais , Sobre escrever / 5 agosto, 2016

Jogador Nº 1 é um bom livro de ficção científica infanto-juvenil. A narração é fluida, não tem arroubos de megalomania e tem final. Conta o que se propõe de maneira satisfatória e tem uma tonelada de referências à cultura pop, especialmente dos anos 80. A quase totalidade da história se passa em um mundo de realidade virtual, o OASIS, no qual existem filmes interativos dos anos 80, músicas, recriações de cidades reais, jogos, personagens de várias mídias. Ernest Cline criou a desculpa perfeita para inserir no livro tudo de que ele gostava sem que pudessem acusá-lo de “roubo” de propriedade intelectual alheia. Em dado momento, por exemplo, o Ultraman luta contra uma versão mecanizada do Godzilla; porém, são apenas “avatares”, ou seja, bonequinhos ou armaduras que os personagens adquirem no OASIS para terem mais poder. Admito que, como leitor, achei divertido, mas como autor, estranhei. Uma coisa é referenciar filmes, personagens, músicas; escrever que um personagem tem um Delorean igual ao do “De volta para o futuro” ou que escutou “Girls just wanna have fun”. Outra, é usar personagens alheios, ainda que com uma desculpa criativa. O Ultraman do livro, por exemplo, tem o nome e a aparência do Ultraman,…

A Espada Negra
Meus livros / 3 agosto, 2016

A Espada Negra é uma fantasia histórica com Dom Sebastião e múmias que escrevi para o Concurso “Objeto Mágico” FantasiaBR do Wattpad. O mundo está ameaçado pelo Rei Dom Sebastião e sua horda do Além. Amelia e Kent buscam no norte da África uma relíquia lendária, a última esperança da humanidade: a Espada Negra.   Capa da Gaby Firmo de Freitas

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